Vejo a desconexão do comportamento laboral cotidiano, incentivo a sintonia mental caótica, me comunico silenciosamente pelo olhar, pelo cheiro, pelo toque… pela dança.


Olho hoje para o passado e deste para o futuro. Tribos atemporais das mais diversas origens fundem-se libertinosamente. A chuva e os trovões contorcem aqueles que dançam ao ritmo dos tambores de Shango. “Cabio Sile Shango” todos cantam em um ritual lisérgico sem fim.


Rupestre, high tech, bucólica ou citadina. A caverna escura, os vultos e os ecos deturpam o senso de realidade do ser humano. O que resta é o intenso deleite fugaz, aqui e agora. Sigo intermitentemente.


Prazer, Tantša ea Mokha*

TANTSA FESTIVAL | 10 DEZ | COMPLEXO CANINDÊ - SP